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Jornal do Bairro Alto

Mesmo com problemas bosque é opção de lazer para os moradores

Gente moça correndo, mais velhos caminhando em torno do lago e fazendo exercícios na Academia ao Ar Livre, todos moradores do Bairro aproveitando a oportunidade que o bosque oferece.

Gente como a dona de casa Edite da Silva, que vem lá do Atuba quase todos os dias para caminhar e se exercitar no bosque. “É um lugar bem bonito, fresquinho, a gente aproveita até pra fazer uma terapia”, diz ela. Edite frequenta o bosque há mais de ano, sempre pela manhã e, ao contrário de muita gente, não vê nenhum problema de segurança no Bosque. “Nunca vi nada que preocupasse e de vez em quando tem guarda municipal e até policiais a cavalo patrulhando aqui. Pelo menos nesse horário que venho nunca tive problema”, garante. 

Outro constante frequentador do bosque, o aposentado Benedito Ribeiro do Vale, faz par com Edite ao falar sobre o local. Caminha também quase todos os dias pela manhã e não quer lugar melhor. “É muito gostoso, tem um arzinho puro e faz bem pra gente”, assegura. Ele também nunca passou susto algum no local e conta que sempre vê o pessoal da guarda municipal rondando o bosque. “O único problema é que vez por outra eles andam com o carro aí dentro”, reclama.
O bosque – O Bosque Irmã Clementina divide opiniões. Há quem o considere um local desprotegido e, por isso, à feição de desocupados. É certo que o bosque sofre com ação de vândalos, que quebram luminárias, danificam acessórios, e de frequentadores que jogam lixo por toda parte, mas é como acorre em tantos outros logradouros públicos da cidade.
Para aqueles que o conhecem melhor, o bosque é seguro e agradável de se frequentar. Tem um lago que atrai uma fauna especial, até tartarugas (cágados) se reproduzem ali, mas tem o sério transtorno de ser abastecido por uma bomba que puxa água de um poço artesiano. O problema é que constantemente a bomba apresenta problemas e a burocracia oficial retarda o conserto. Com isso, o nível das águas baixa, falta oxigênio e peixes acabam morrendo. Há um grupo de moradores com a patente de “Amigos do Bosque que “abraçou” a causa e faz uma espécie de manutenção, juntando lixo, cuidando do lago e dos equipamentos e marcando presença, para fazer valer a verdade de que se a comunidade ocupar, não haverá lugar para os desocupados.

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