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Jornal do Bairro Alto

Naquele tempo em que ...

Daqui a algum tempo os meninos de hoje dirão com saudades que foram do tempo em que tinham que guardar o celular no bolso; que televisão era um aparelho “grandão” em cima de um móvel; que a internet era um negócio muito devagar.

Sou do tempo em que ...Assim como hoje há quem diga que há algum tempo para falar com alguém em outra cidade era preciso pedir a  ligação para uma telefonista; que televisão nem existia; que quando voltava da praia era preciso lavar o carro e pulverizar com óleo de mamona para não enferrujar; que casa chique era decorada com Móveis Guelmann; que pratos, xícaras, panelas e talheres iam para as prateleiras do guarda-louça; que as carteiras escolares eram do Móveis Cimo e o distintivo dos uniformes, da Casa Roskamp; que nos anúncios de venda de um imóvel  era importante dizer que havia água, luz e ponto de ôninbus perto; que para furar madeira se usava uma pua, quase sempre comprada na Casa Vermelha; que bom era comprar na Casa Schier, na Galeria Suissa; que ia ao cinema nos Cines Ópera, Avenida e Palácio e aos matinês nos Cines Curitiba e América; que abóbora dava em qualquer esquina e chuchu em qualquer cerca; que no futebol, o goleiro era goalkeeper e impedimento era offside; que fazia bete com ripa de cerca e forquilha de setra com pau de goiabeira; que roupa se lavava na tina ou no tanque com sabão em pedaço e anil para coarar depois na grama do quintal; que costela de ripa era no Caça&Pesca e na Churrascaria Cruzeiro; que presente de natal se comprava no Prosdócimo ou no Hermes Macedo; que a fazenda pra fazer a calça era na  Hudersfield e a roupa pronta na Casa Coelho, especializada em “Artigos para homens”. E se derramar café na mesa não tem problema, a toalha é de linholene

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